APRENDIZAGEM
APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS NO ENSINO SUPERIOR Organizadores: Ulisses F. Araújo e Genoveva Sastre
Editora: Summus Editorial
Páginas: 240 |
LÍNGUA ESTRANGEIRA
TÓPICOS DE AQUISIÇÃO E ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA
Autora: Maria Alice Venturi
Editora: Humanitas
Páginas: 152 |
ECOLINGUÍSTICA
LINGUÍSTICA, ECOLOGIA E ECOLINGUÍSTICA
Autor: Hildo Honório do Couto
Editora: Contexto Páginas: 192 |
DEBATE
EDUCAÇÃO: COMPETÊNCIA E QUALIDADE
Autor: Nílson José Machado
Editora: Escrituras
Páginas: 208 |
| O método de Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) vem se firmando nos meios acadêmicos como uma forma de inserir o aluno na realidade atual. A ABP tem como objetivo colocar o aluno no centro do processo educativo, atribuindo a ele autonomia e responsabilidade pela aprendizagem, por meio da identificação e análise de problemas, elaboração de questões e busca de informações para respondê- -las. O livro possui nove capítulos, divididos em dois grupos temáticos. O primeiro aborda as experiências de universidades com tradição no trabalho com a ABP, com conteúdo prático e reflexões. O segundo estabelece as bases da autonomia do estudante no processo de aprendizagem, promovendo o debate entre aprendizagem baseada em problemas e as metodologias de problematização, além de trazer a história da implantação do método no mundo universitário. |
O livro é formado por artigos que tratam de assuntos fundamentais para a pesquisa linguística, com dados de produção, percepção e compreensão de enunciados linguísticos por parte dos alunos de Língua Estrangeira. Também são abordadas questões ligadas à cognição humana, procurando explicar de que modo o aluno adulto adquire, de maneira sistematizada, formas linguísticas de interagir com o outro numa segunda língua e numa cultura que não é a sua. Com a reunião desses artigos que tratam do ensino-aprendizagem de L2, percebe-se que, embora os assuntos sejam diversificados, algumas abordagens permeiam todos os textos, seja de maneira direta ou indireta. São elas: o estudo do léxico, a interação e o ensino comunicativo, na perspectiva de aprendizagem de uma língua estrangeira próxima, de mesma raiz, o que atribui coerência à coletânea. |
Se a ecolinguística é definida como o estudo das relações da língua com sua ecologia, ainda fica o desafio de articular bem o que é ecologia de uma língua e se seus diferentes componentes se relacionam diretamente com ela. O autor propõe nesse livro um triângulo interativo formado por língua, território e população e realiza um convite a uma reflexão mais acurada e empiricamente fundamentada, lembrando- -nos que, entre outras coisas, tanto população quanto território são internamente estruturados. Nesta nova contribuição à literatura ecolinguística, Hildo do Couto fornece um arcabouço para examinar a prática e a evolução linguística no Brasil de uma perspectiva nova. A obra conduz à reflexão sobre como vários fatores ecológicos moldaram o português, pelo intermédio da população, bem como deram lugar a estruturas e vitalidades diferenciadas nas outras línguas do Brasil. |
Os cinco ensaios que compõem o livro refletem sobre temas inerentes à educação brasileira, buscando elementos conceituais para fundamentar pontos de vista sobre as questões levantadas. O primeiro dos ensaios aborda a ideia de competência, destacando que disciplina e de competência não disputam os mesmos espaços na organização da escola. O segundo, trata da qualidade na Educação Básica brasileira, partindo de uma simples constatação: a discussão sobre o texto é quase inteiramente pautada em dados numéricos. O terceiro texto confronta o elogio da pessoalidade, com a chamada "regra da maioria". No quarto artigo, são examinados seis possíveis e frequentes desvios da ideia de pessoa. O quinto e último ensaio reflete sobre a fecundidade da ideia de mapa no terreno das representações simbólicas. |